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sábado, 3 de outubro de 2015

Constante Natureza



E fica o outono nas caídas flores, de rosa a rosa, na triste espera. Passando o inverno, vêem-se a primavera, cobrir os campos de lindas cores. O vento que sopra no mar, gritando o assobio da natureza e em nublado céu - Sua beleza... da chuva que vem a derramar. Embora vai o sol que tanto arde, no cair da noite, a beleza muda. Entre sombras e solidão profunda, que logo chega no final de uma tarde. Tudo se repete a cada dia, e nada do que muda vai embora... Nem mesmo um pássaro que chora, cantando a mesma infinita melodia.

Autoria: Luan Kleyton

Rios da Vida


Os meus rios de vida secaram, E nada mais as minhas lágrimas derramam. Meu sorriso escureceu-se aos meus olhos... Meus gritos se calam, ao meu silencio. Morto, meu peito inconstante, E no mais subto instante A falta do folego me sufoca, Me mata, me fere... me envolve! Gotas rubras pingam em minhas feridas, Sem cores, sem dor, sem vidas... As almas do meu amanhecer de treva. As sombras nas folhas secas, O soprar do vento, A chuva entristecida, Uma existência já esquecida No vago espaço do tempo.
Autoria: Luan Kleyton